Duas canções para duas demissões recentes de ministros do governo português: Paulo Portas e Vítor Gaspar.
Quando a realidade política é triste e díficil de entender, rir pode ser uma ajuda, pelo menos momentânea!
Blogue de apoio ao ensino da disciplina de Ciência Política (uma opção do 12º ano dos cursos científicos e humanísticos do ensino secundário em Portugal).
Duas canções para duas demissões recentes de ministros do governo português: Paulo Portas e Vítor Gaspar.
Quando a realidade política é triste e díficil de entender, rir pode ser uma ajuda, pelo menos momentânea!
Eis um pequeno resumo do trabalho que as alunas do 12º E, Joana Carvalho e Helga Cruz, apresentaram (oralmente) na aula de Ciência Política.
O tema geral era o sistema político português, o subtema escolhido: "A evolução do voto em Portugal."
Evolução do voto em Portugal, um trabalho das alunas Joana Carvalho e Helga Cruz do 12º E.pdf by dmetódica
As indicações para este trabalho foram fornecidas pela professora AQUI.
Eis um pequeno resumo do trabalho que as alunas do 12º E, Ana Sofia Cadete e Débora Silva, apresentaram (oralmente) na aula de Ciência Política.
Um agradecimento ao presidente da freguesia de Estoi que, gentilmente, acedeu ser entrevistado pelas alunas.
O tema geral era o sistema político português, o subtema escolhido: "As diferenças entre os dois níveis de poder político: nacional e local."
O poder político local e nacional, um trabalho das alunas Ana Sofia Cadete e Débora Silva.pdf by dmetódica
As indicações para este trabalho foram fornecidas pela professora AQUI.
A aluna Ana Sofia Cadete (do 12º E) - que foi a repórter de serviço, na sessão nacional do "Parlamento dos jovens" 2013 - conta-nos como foi a sua experiência, o que viu e aprendeu.
Vale a pena ler!
Reportagem Sobre o Parlamento, Da Autoria Da Aluna Ana Sofia Cadete by dmetódica
O envelhecimento da população portuguesa é, sem dúvida, um factor a ter em conta na actividade política. De que forma é que estes dados poderão afectar as políticas públicas?
O jornal Diário de Notícias publicou alguns artigos sobre este assunto que vale a pena ler. Eis os links:
"Portugal Europeu. E...?" é o tema do novo debate que a Fundação Francisco Manuel dos Santos lança para a discussão a 13 e 14 de setembro, no Liceu Pedro Nunes (Lisboa).
Para se preparar para o debate, vale a pena ler as opiniões (de reconhecidos especialistas de diferentes áreas) no Diário de Notícias e que foram apresentadas na Conferência debate 25 anos de Portugal europeu.
Vale a pena ler!
1. "Houve uma altura em que ficámos drogados nos fundos"
O sociólogo Manuel Villaverde Cabral lembra que os fundos comunitários, que foram mal utilizados, vieram "assoprar o fogo e quando parou o sopro, o fogo extinguiu-se".
2. "Houve muita gente que se habituou a viver à sombra dos fundos"
O sociólogo António Barreto diz que houve pessoas que podiam ter feito mais um esforço, mas não fizeram por causa dos subsídios europeus.
3. Investimento em educação ficou aquém do esperado
Elísio Estanque e Manuel Villaverde Cabral apresentaram as suas análises sociológicas dos primeiros '25 anos de Portugal europeu'
4. "Uso e abuso" criou "economia de dívida"
O economista Daniel Bessa diz que houve "uso e abuso das possibilidades que nos foram trazidas pela integração europeia".
5. Pedro Lomba defende processo "de baixo para cima"
Secretário de Estado diz que o estudo permite ver "não só o que correu bem, mas também o que correu mal nestes 25 anos de integração europeia".
6. Augusto Mateus explica "semifalhanço" da aplicação dos fundos
O coordenador do estudo "25 anos de Portugal Europeu", na sua intervenção, centrou-se na apresentação na última parte do trabalho, composto por seis roteiros, os quais identificam alguns erros do caminho...
7. "Só não estamos melhores porque não quisemos"
O presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos diz-se "deprimido" por ver que os governantes "não souberam utilizar convenientemente os fundos que nos foram dados para melhorar definitivamente este...
8. "Portugal habituou-se a confiar na sorte"
O presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos disse, no início da conferência em que se apresenta o estudo sobre os 25 anos de Portugal na União Europeia, que "mais do que uma UE, somos hoje a...
"A conclusão a que se chega neste inquérito de rua é que não, este país não é para os jovens, que pensam emigrar perante a falta de oportunidades."
A reunião da 4ª comissão em que estiveram presentes os deputados do círculo de Faro.
Os deputados do círculo de Faro - Miguel Dionísio, Pedro Borralho, Diogo Sousa e Mário Rosa - durante o debate.
O debate pode ser visto no Canal Parlamento, AQUI (na barra lateral clicar no ícone "Parlamento dos jovens", 2013 e 4ª comissão).
Os deputados do círculo de Faro - Miguel Dionísio, Pedro Borralho, Diogo Sousa e Mário Rosa - após o debate.
As jornalistas da Pinheiro e Rosa e da João de Deus.
A abertura da sessão nacional do "Parlamento dos jovens".
![[fotografia%255B5%255D.jpg]](http://lh6.ggpht.com/-sOJQh8lqtgg/UafHwYaVYRI/AAAAAAAAEBA/4zMVWdxanU8/s1600/fotografia%25255B5%25255D.jpg)
Os deputados algarvios na sessão nacional.
As fotos são da jornalista da Pinheiro e Rosa, Ana Sofia Cadete, do 12º E.
RecomendacaoAprovada_Secundario(1) by SaraRaposo
As fotos são da jornalista da Pinheiro e Rosa, Ana Sofia Cadete, do 12º E.

"Os jovens portugueses não estão inclinados para uma carreira política: é neste sentido que vão os dados de um Eurobarómetro sobre a participação na vida democrática, divulgado esta sexta-feira pela Comissão Europeia.
Quando questionados sobre se considerariam apresentar-se como candidatos numa eleição política, em qualquer momento das suas vidas, 52% dos inquiridos respondeu que “de certeza que não” e 26% disse que "provavelmente não".
No total dos jovens cidadãos dos Estados-membros da União Europeia, a certeza de não querer fazer política ascende aos 79%. Só um em cada cinco afirmou que consideraria construir uma carreira política, nomeadamente através de candidatura a eleições (tanto nacionais como europeias).
A falta de vontade dos jovens portugueses em participar na vida política vê-se também através da corrida às urnas. Sobre se votaram pelo menos uma vez nos últimos três anos, 48% disse que sim, o que representa um decréscimo de 12% relativamente a 2011. Paralelamente, a proporção daqueles que admitiram não ter votado subiu 11%.
Os inquéritos da Comissão Europeia foram iniciados em 2011, pelo que os jovens portugueses responderam relativamente à participação política em 2009, ano em que Portugal teve eleições legislativas, europeias e autárquicas.
Portugal segue, assim, uma tendência europeia de diminuição de participação política por parte dos mais jovens. Em 2012, 73% dos que estavam legalmente habilitados a votar, fizeram-no pelo menos uma vez nos últimos três anos, o que representa um decréscimo de 6% em relação ao ano anterior.
A maioria dos que não votaram admite que foi porque não acha que o voto altere alguma coisa, porque não se considera devidamente informada para o fazer ou porque não pensa que o Parlamento Europeu lide com problemas que os afecte.
Em relação às eleições europeias que se realizam no próximo ano, só 24% dos portugueses tem a certeza de que irá votar – a maioria são mulheres entre os 20 e os 24 anos. Dois terços dos europeus inquiridos revela ser provável participar nestes sufrágios.
A Comissão Europeia inquiriu 13 mil cidadãos de estados-membros da UE, com idades compreendidas entre os 15 e os 30 anos. "
Artigo do jornal "Público", ver AQUI.

Nos dias 27/28 MAIO, no âmbito do projeto nacional "Parlamento dos jovens", os alunos Mário Rosa (12º A), Miguel Dionísio (12ºB) serão deputados na Assembleia da República e irão representar o círculo eleitoral do Algarve (com mais dois alunos da escola Secundária João de Deus). A aluna Ana Sofia Cadete (12º E) irá ser a jornalista de serviço (do Pinhas online, o jornal da escola).
Para saber mais informações, consultar os links do site do Parlamento:
Agenda da Sessão Nacional
Escolas e deputados eleitos
Organização das Comissões, com distribuição dos Projetos de Recomendação e perguntas
Jornalistas das Escolas participantes
Porque é preciso discutir política nas escolas e ter uma palavra a dizer sobre o futuro!

A guia da visita começou por nos explicar a história do Palácio de S. Bento - desde o seu funcionamento no século XVII, como mosteiro da ordem religiosa dos beneditinos (a quem o edifício deve o seu nome) - até à sua função atual, local onde funciona um dos principais órgãos institucionais da democracia portuguesa: o parlamento.
"Rui Moreira, candidato à Câmara Municipal do Porto nas próximas eleições autárquicas, diz que o País vive na "partidarite aguda", dando excessiva atenção ao comentário político que se faz, muitas vezes, sem declaração de interesses e em função dos jogos de poder nos bastidores dos partidos."
Informação retirada daqui.
Concorda com a opinião de Rui Moreira ou, pelo contrário, considera que temos boas razões para discordar do seu ponto de vista acerca do papel dos partidos políticos e dos comentadores políticos em Portugal?
O Governo anunciou mais recessão, mais desemprego e mais défice. Pedro Santos Guerreiro comenta as novas previsões oficiais para a economia portuguesa.
“É uma geração inteira consumida em austeridade”, afirma Pedro Santos Guerreiro, num comentário posterior à conferência de imprensa do Ministério das Finanças desta sexta-feira de manhã.
Vítor Gaspar anunciou que Portugal vai ter mais um ano para perseguir o equilíbrio orçamental, o que na prática significa que Portugal vai ter um défice superior este ano (agora previsto em 5,5% do PIB). O ministro das Finanças explicitou ainda as novas previsões para a economia (com uma recessão agravada para este ano de 2,3%, a segunda maior da democracia portuguesa) e admitiu que o desemprego possa atingir um pico de 19% no final deste ano, que em média deverá fechar com uma taxa e 18,2%. Esta previsão é ainda pior para 2014, verificando-se a inversão na taxa de desemprego apenas de 2014 para 2015."
Veja o vídeo e o texto completo, no Jornal de negócios, AQUI.
No lançamento da revista "XXI, Ter Opinião 2013", Vítor Bento e José Manuel Félix Ribeiro debateram "Como pode Portugal recuperar a sua liberdade de acção?", com a moderação de Pedro Santos Guerreiro.
Para se perceber que o problema em Portugal não é apenas dos políticos menos competentes, mas também de muitos portugueses (pela sua falta de civismo e de envolvimento na vida política nacional, em particular dos jovens), vale a pena conhecer os dados e as conclusões do estudo realizado pelo Centro de Sondagens e Estudos de Opinião da Universidade Católica. Se não tiverem muito tempo, aconselho a leitura das páginas 2 e 3, onde se encontram resumidas as principais conclusões.
Se pretendemos aumentar a qualidade da democracia em Portugal, aproximar a política e os políticos dos cidadãos, levando-os a participar (de forma mais activa e crítica), devemos começar por conhecer e analisar a situação em que nos encontramos. Tal é possível a partir da investigação realizada, pois esta incide nos seguintes aspectos:
1. As atitudes em relação à sociedade e ao funcionamento do sistema político;
2. O envolvimento político: atitudes;
3. O envolvimento político: informação;
4. A participação política: atitudes e comportamentos;
5. A participação cívica e social;
6. Atitudes em relação às reformas políticas;
7. Alinhamento ideológico e partidário.
A nacionalização do banco BPN, decidida pelo ministro das finanças Teixeira dos Santos durante o governo de Sócrates, teve a seguinte consequência: o buraco financeiro de milhões do banco passou a ter de ser pago, directamente, pelos contribuintes portugueses.
Vale a pena conhecer os factos e reflectir sobre eles. Perceber que em Portugal a justiça, quando se trata de julgar pessoas influentes e com poder político, não funciona e, por isso, alguns políticos e "amigos de políticos" sentem uma impunidade total para praticar actos ilícitos. Nos vídeos, o descaramento de alguns desses personagens - que mentem em público e falam como se tivessem acima da lei - é chocante. Eles não só lesaram o país e contribuíram para agravar a crise económica como fizeram com que cada um de nós esteja a pagar, do seu ordenado, uma elevada factura decorrente da corrupção e da fraude que estas "estimáveis" pessoas praticaram. E a responsabilidade dos envolvidos continua por apurar e julgar...
Pode-se acreditar na democracia quando a justiça não funciona?
No âmbito do projecto "Parlamento dos jovens" (para mais informações, ver AQUI) realizou-se, no dia 3 de Dezembro no auditório da escola, uma sessão de esclarecimento, seguida de um debate, sobre o tema: "os jovens e o emprego - Que futuro? Contou com a presença do deputado Paulo Sá e dos alunos de duas turmas do 11º ano (turmas A e D) e três do 12º ano (turmas B, E e F) .
O deputado começou por apresentar os dados existentes sobre o problema e esclareceu - de forma simples, clara e com exemplos pertinentes - alguns conceitos políticos fundamentais: o défice, a troika, a dívida pública, os números do desemprego em geral e entre os jovens e por ai em diante.
Após a exposição inicial, abriu-se espaço ao debate. Os alunos, contrariando a ideia habitual que os jovens não se interessam pela política, foram bastante interventivos, colocaram muitas questões, de tal modo que a sessão acabou por se prolongar fora da hora estabelecida para que as perguntas não ficassem sem resposta.
Obrigada ao deputado Paulo Sá, aos alunos e professores presentes.