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domingo, 14 de julho de 2013

As demissões de Portas e Gaspar cantadas por Vasco Palmerim

Duas canções para duas demissões recentes de ministros do governo português: Paulo Portas e Vítor Gaspar.

Quando a realidade política é triste e díficil de entender, rir pode ser uma ajuda, pelo menos momentânea!

quinta-feira, 4 de julho de 2013

O sistema político em Portugal: a evolução do voto

Eis um pequeno resumo do trabalho que as alunas do 12º E,  Joana Carvalho e Helga Cruz, apresentaram (oralmente) na aula de Ciência Política.

O tema geral era o sistema político português, o subtema escolhido: "A evolução do voto em Portugal."

Evolução do voto em Portugal, um trabalho das alunas Joana Carvalho e Helga Cruz do 12º E.pdf by dmetódica

As indicações para este trabalho foram fornecidas pela professora AQUI.

O sistema político em Portugal: a distinção entre o poder político local e nacional

Eis um pequeno resumo do trabalho que as alunas do 12º E,  Ana Sofia Cadete e Débora Silva, apresentaram (oralmente) na aula de Ciência Política.

Um agradecimento ao presidente da freguesia de Estoi que, gentilmente, acedeu ser entrevistado pelas alunas.

O tema geral era o sistema político português, o subtema escolhido: "As diferenças entre os dois níveis de poder político: nacional e local."

O poder político local e nacional, um trabalho das alunas Ana Sofia Cadete e Débora Silva.pdf by dmetódica

 

As indicações para este trabalho foram fornecidas pela professora AQUI.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Uma repórter da ESPR no Parlamento dos jovens

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A aluna Ana Sofia Cadete (do 12º E) - que foi a repórter de serviço, na sessão nacional do "Parlamento dos jovens" 2013 - conta-nos como foi a sua experiência, o que viu e aprendeu.

Vale a pena ler!

Reportagem Sobre o Parlamento, Da Autoria Da Aluna Ana Sofia Cadete by dmetódica

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Portugal é um país envelhecido: dados estatísticos

O envelhecimento da população portuguesa é, sem dúvida, um factor a ter em conta na actividade  política. De que forma é que estes dados poderão afectar as políticas públicas?

O jornal Diário de Notícias publicou alguns artigos sobre este assunto que vale a pena ler. Eis os links:

Por cada jovem a menos há um idoso a mais

Já nem imigrantes atenuam a queda da população
Faltam áreas urbanas médias em Portugal

domingo, 9 de junho de 2013

25 anos de Portugal europeu: prepare-se para o debate

 Futuro de Portugal volta a ser debatido em setembro

"Portugal Europeu. E...?" é o tema do novo debate que a Fundação Francisco Manuel dos Santos lança para a discussão a 13 e 14 de setembro, no Liceu Pedro Nunes (Lisboa).

Para se preparar para o debate, vale a pena ler as opiniões (de reconhecidos especialistas de diferentes áreas) no Diário de Notícias e que foram apresentadas na Conferência debate 25 anos de Portugal europeu.

Vale a pena ler!

1. "Houve uma altura em que ficámos drogados nos fundos"

O sociólogo Manuel Villaverde Cabral lembra que os fundos comunitários, que foram mal utilizados, vieram "assoprar o fogo e quando parou o sopro, o fogo extinguiu-se".

2. "Houve muita gente que se habituou a viver à sombra dos fundos"

O sociólogo António Barreto diz que houve pessoas que podiam ter feito mais um esforço, mas não fizeram por causa dos subsídios europeus.

3. Investimento em educação ficou aquém do esperado

Elísio Estanque e Manuel Villaverde Cabral apresentaram as suas análises sociológicas dos primeiros '25 anos de Portugal europeu'

4. "Uso e abuso" criou "economia de dívida"

O economista Daniel Bessa diz que houve "uso e abuso das possibilidades que nos foram trazidas pela integração europeia".

5.  Pedro Lomba defende processo "de baixo para cima"

Secretário de Estado diz que o estudo permite ver "não só o que correu bem, mas também o que correu mal nestes 25 anos de integração europeia".

6.  Augusto Mateus explica "semifalhanço" da aplicação dos fundos

O coordenador do estudo "25 anos de Portugal Europeu", na sua intervenção, centrou-se na apresentação na última parte do trabalho, composto por seis roteiros, os quais identificam alguns erros do caminho...

7. "Só não estamos melhores porque não quisemos"

O presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos diz-se "deprimido" por ver que os governantes "não souberam utilizar convenientemente os fundos que nos foram dados para melhorar definitivamente este...

8. "Portugal habituou-se a confiar na sorte"

O presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos disse, no início da conferência em que se apresenta o estudo sobre os 25 anos de Portugal na União Europeia, que "mais do que uma UE, somos hoje a...

sábado, 8 de junho de 2013

Este país não é para jovens

"A conclusão a que se chega neste inquérito de rua é que não, este país não é para os jovens, que pensam emigrar perante a falta de oportunidades."

Via jornal Diário de Notícias.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Fazer política a sério!

Parlamento dos jovens 2013, reunião da 6ª comissão

A reunião da 4ª comissão em que estiveram presentes os deputados do círculo de Faro.

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Os deputados do círculo de Faro - Miguel Dionísio, Pedro Borralho, Diogo Sousa e Mário Rosa -   durante o debate.

O debate pode ser visto no Canal Parlamento, AQUI (na barra lateral clicar no ícone "Parlamento dos jovens", 2013 e 4ª comissão).

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Os deputados do círculo de Faro - Miguel Dionísio, Pedro Borralho, Diogo Sousa e Mário Rosa -   após o debate.

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As jornalistas da Pinheiro e Rosa e da João de Deus.

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A abertura da sessão nacional do "Parlamento dos jovens".

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Os deputados algarvios na sessão nacional.

As fotos são da jornalista da Pinheiro e Rosa, Ana Sofia Cadete, do 12º E.

RecomendacaoAprovada_Secundario(1) by SaraRaposo

As fotos são da jornalista da Pinheiro e Rosa, Ana Sofia Cadete, do 12º E.

sábado, 25 de maio de 2013

Mais de metade dos jovens portugueses não querem ser políticos

"Os jovens portugueses não estão inclinados para uma carreira política: é neste sentido que vão os dados de um Eurobarómetro sobre a participação na vida democrática, divulgado esta sexta-feira pela Comissão Europeia.

Quando questionados sobre se considerariam apresentar-se como candidatos numa eleição política, em qualquer momento das suas vidas, 52% dos inquiridos respondeu que “de certeza que não” e 26% disse que "provavelmente não". 

No total dos jovens cidadãos dos Estados-membros da União Europeia, a certeza de não querer fazer política ascende aos 79%. Só um em cada cinco afirmou que consideraria construir uma carreira política, nomeadamente através de candidatura a eleições (tanto nacionais como europeias). 

A falta de vontade dos jovens portugueses em participar na vida política vê-se também através da corrida às urnas. Sobre se votaram pelo menos uma vez nos últimos três anos, 48% disse que sim, o que representa um decréscimo de 12% relativamente a 2011. Paralelamente, a proporção daqueles que admitiram não ter votado subiu 11%. 

Os inquéritos da Comissão Europeia foram iniciados em 2011, pelo que os jovens portugueses responderam relativamente à participação política em 2009, ano em que Portugal teve eleições legislativas, europeias e autárquicas.

Portugal segue, assim, uma tendência europeia de diminuição de participação política por parte dos mais jovens. Em 2012, 73% dos que estavam legalmente habilitados a votar, fizeram-no pelo menos uma vez nos últimos três anos, o que representa um decréscimo de 6% em relação ao ano anterior.

A maioria dos que não votaram admite que foi porque não acha que o voto altere alguma coisa, porque não se considera devidamente informada para o fazer ou porque não pensa que o Parlamento Europeu lide com problemas que os afecte. 

Em relação às eleições europeias que se realizam no próximo ano, só 24% dos portugueses tem a certeza de que irá votar – a maioria são mulheres entre os 20 e os 24 anos. Dois terços dos europeus inquiridos revela ser provável participar nestes sufrágios. 

A Comissão Europeia inquiriu 13 mil cidadãos de estados-membros da UE, com idades compreendidas entre os 15 e os 30 anos. "

Artigo do jornal "Público", ver AQUI.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

A ESPR na sessão nacional do Parlamento dos jovens

Nos dias 27/28 MAIO, no âmbito do projeto nacional "Parlamento dos jovens", os alunos Mário Rosa (12º A), Miguel Dionísio (12ºB) serão deputados na Assembleia da República e irão representar o círculo eleitoral do Algarve (com mais dois alunos da escola Secundária João de Deus). A aluna Ana Sofia Cadete (12º E) irá ser a jornalista de serviço (do Pinhas online, o jornal da escola).

Para saber mais informações, consultar os links do site do Parlamento:

clip_image002Agenda da Sessão Nacional
clip_image002[1]Escolas e deputados eleitos
clip_image002[3]Organização das Comissões, com distribuição dos Projetos de Recomendação e perguntas
clip_image002[4]Jornalistas das Escolas participantes

Porque é preciso discutir política nas escolas e ter uma palavra a dizer sobre o futuro!

Quadro PR Aprov(1) by SaraRaposo

Quadro Comissoes Secundario by SaraRaposo

quarta-feira, 24 de abril de 2013

terça-feira, 23 de abril de 2013

Visita ao parlamento

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No passado dia 26 de fevereiro, os alunos da turma 12ºE e 11ºD, acompanhados pelos professores Carlos Pires, Dina Ferreira, Joaquim Rodrigues, Regina Jerónimo e Sara Raposo, visitaram o edifício da Assembleia da República, em Lisboa.
 

Os alunos Cátia Silva, Sofia Cabrita, Rafael Fonseca (do 11º D) e Ana Sofia Cadete do 12º E, ficaram com a tarefa de fazer uma reportagem fotográfica. Os slides anteriores são uma montagem dos diferentes dos locais e momentos que eles registaram. Obrigada a todos!
 
Seguem-se alguns dos trabalhos, realizados pelas alunas Fátima Costa e Ana Sofia Cadete do 12ºE, sobre a visita guiada ao Parlamento. As fotos são dos alunos do 11º D, referidos anteriormente.
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A guia da visita começou por nos explicar a história do Palácio de S. Bento - desde o seu funcionamento no século XVII, como mosteiro da ordem religiosa dos beneditinos (a quem o edifício deve o seu nome) - até à sua função atual, local onde funciona um dos principais órgãos institucionais da democracia portuguesa: o parlamento.

Tivemos oportunidade de visitar vários locais do palácio e foram-nos dadas as conhecer a função específica de cada um deles, por exemplo: a Sala dos Passos Perdidos e Sala das Sessões. Além disso, em cada um destes locais, foram-nos transmitidas informações acerca de algumas das obras de arte aí presentes, como pinturas ou esculturas, por exemplo. Uma curiosidade interessante em relação ao nome da sala dos Passos Perdidos é que esta deve, originalmente, o seu nome ao facto de antes do regime democrático, as pessoas terem de esperar muito tempo para falar com os responsáveis políticos e, por isso, caminhavam de um lado para outro, sem direção (passos perdidos) para ver se o tempo de espera passava mais depressa. Hoje em dia é nesta sala - que antecede a sala das sessões (aquela onde ocorrem os debates políticos com a presença dos deputados de todos os partidos) os jornalistas continuam a ter de esperar (às vezes também muito tempo) para entrevistar os políticos.
 
Sem dúvida que o local de maior agrado e curiosidade foram as salas da Assembleia conhecidas como a Sala do Senado e a Sala das Sessões. É nestas salas que as grandes decisões políticas, que afectam a vida de todos os cidadãos, são tomadas. A Sala das Sessões – aquela costumamos ver mais na televisão - é muito mais pequena do que a imagem televisiva sugere e os deputados encontram-se bastante mais próximos fisicamente do que parece, é nela que se realizam as sessões parlamentares, as sessões solenes (como a do dia 25 de Abril), se votam os projetos de lei e as propostas de lei, etc. Foi dada aos alunos e professores, a oportunidade de se sentarem nos lugares normalmente ocupados pelos deputados e de ouvir uma explicação acerca do funcionamento do parlamento: as suas principais funções, as forças partidárias representadas, os mecanismos legais que os cidadãos têm ao seu dispor levar os deputados a analisar ou rever certas leis já em vigor, por exemplo.
 
No final, a guia respondeu, com bastante clareza, a todas as questões, dúvidas e pedidos de esclarecimento apresentados pelos alunos e professores.
Nesta visita ficamos a conhecer melhor o funcionamento de um dos órgãos de soberania mais importantes da democracia portuguesa. Julgo que é relevante os alunos contactarem com informações e locais relacionados com a política. No nosso país, as pessoas, nomeadamente os jovens, têm pouco interesse e pouca informação em relação a assuntos relacionados com a política e participam pouco na vida cívica, às vezes porque desconhecem como o podem fazer. Ter acesso ao edifício da Assembleia e informações sobre o seu funcionamento, é uma boa maneira de aproximar os jovens da política e, eventualmente, cativar o seu interesse.
Fátima Costa, 12ºE
 
Platão dizia que “o preço a pagar pela não participação na política é ser governado por quem é inferior”. De facto, se os cidadãos não se informarem sobre as decisões políticas e participarem criticamente, a qualidade da democracia pode ser melhorada e o risco de sermos governados por políticos incompetentes diminui. Assim, quando a professora nos informou da visita de estudo à Assembleia da República, pensei logo que íamos conhecer não só um sítio histórico, como o local onde os nossos governantes atuais tomam as decisões políticas fundamentais.
 
Do exterior, o edifício do parlamento deixa-nos assombrados pelo seu tamanho e pela sua beleza. À porta encontravam-se dois guardas, vestidos de uma forma interessante, e que eram extremamente simpáticos, eles até permitiram que lhes tirássemos fotos. Antes de entrarmos no interior da Assembleia passámos por uma máquina que verificou se não trazíamos connosco nenhuma objeto que pudesse interferir na segurança ou na integridade do espaço que íamos visitar. A guia já estava à nossa espera para nos mostrar e dar a conhecer os cantos da Assembleia da República.
 
Começamos no átrio e, enquanto olhávamos à volta, as palavras da guia fizeram a história do edifício chegar até nós. O Palácio de São Bento ao longo de anos sofreu várias alterações. Antigamente não se chamava palácio mas sim, Mosteiro Beneditino ou também Convento de São Bento da Saúde e foi inicialmente mandado construir por Baltazar Álvares. A guia explicou-nos que o palácio é do estilo neoclássico e que no interior contém obras de arte de diferentes épocas da história de Portugal. Ao longo do tempo, sua construção e preservação enfrentou vários problemas, tal como o terramoto de 1755 que danificou grande parte do palácio.
 
Depois, dirigimo-nos para o interior do Palácio e entramos em salas como o Salão Nobre, onde vimos pinturas a retratar a época dos descobrimentos e personagens marcantes dessa época, como Vasco da Gama. Pela Sala do Senado passa parte da história do nosso país, foi inaugurada em 1867, no reinado de D. Luís, cujo retrato ainda hoje se encontra ao cimo da mesa da presidência. A designação de Sala do Senado apenas lhe foi atribuída no período da I República. Hoje em dia é uma sala que é usada, frequentemente, para reuniões e para receber comissões ou para certas sessões como a do Parlamento dos Jovens.
 
O meu espaço preferido foi a Sala das Sessões. É nela que se reúnem todos os deputados eleitos nesta legislatura, sob a presidência de Assunção Esteves, a primeira mulher que ocupa este cargo (a segunda figura do Estado, logo a seguir ao Presidente da República). Nesse local foram-nos recordados conhecimentos como o número atual de deputados (230) e os principais traços arquitectónicos e estéticos da sala. O facto de poder sentar-me no sítio onde os deputados se sentam, fez-me alterar a ideia que tinha daquele lugar: na televisão temos a sensação que se trata de algo distante e inalcançável, na visita pude perceber que não é assim e qualquer um de nós, pode, se quiser e reunir certas condições, candidatar-se para desempenhar as funções de deputado no parlamento.
 
Por fim, ao sair da Sala das Sessões passamos pela Sala dos Passos Perdidos: o grande centro de encontros e desencontros entre os deputados, os membros de governo e os jornalistas.
 
O mais interessante desta visita foi a interacção entre a guia, os professores e os alunos, pois estes foram colocando questões à medida que visitavam o palácio. Foi uma experiência inacreditável que desvendou, para mim, vários mistérios causados pelo meu desconhecimento em relação a vários assuntos e me permitiu aplicar informações transmitidas nas aulas de várias disciplinas.
As pessoas deveriam ter mais interesse em visitar um sítio tão importante na nossa história presente e passada, e tão relevante no contexto da vida económica, política e social de Portugal. Sabem que toda a gente o pode fazer? É uma vista a não perder!
Ana Sofia Cadete, 12º E

domingo, 7 de abril de 2013

Uma opinião sobre o papel dos partidos em Portugal

"Rui Moreira, candidato à Câmara Municipal do Porto nas próximas eleições autárquicas, diz que o País vive na "partidarite aguda", dando excessiva atenção ao comentário político que se faz, muitas vezes, sem declaração de interesses e em função dos jogos de poder nos bastidores dos partidos."

Informação retirada  daqui.

Concorda com a opinião de Rui Moreira ou, pelo contrário, considera que temos boas razões para discordar do seu ponto de vista acerca do papel dos partidos políticos e dos comentadores políticos em Portugal?

domingo, 17 de março de 2013

“É uma geração inteira consumida em austeridade”

O Governo anunciou mais recessão, mais desemprego e mais défice. Pedro Santos Guerreiro comenta as novas previsões oficiais para a economia portuguesa.

“É uma geração inteira consumida em austeridade”, afirma Pedro Santos Guerreiro, num comentário posterior à conferência de imprensa do Ministério das Finanças desta sexta-feira de manhã.

Vítor Gaspar anunciou que Portugal vai ter mais um ano para perseguir o equilíbrio orçamental, o que na prática significa que Portugal vai ter um défice  superior este ano (agora previsto em 5,5% do PIB). O ministro das Finanças explicitou ainda as novas previsões para a economia (com uma recessão agravada para este ano de 2,3%, a segunda maior da democracia portuguesa) e admitiu que o desemprego possa atingir um pico de 19% no final deste ano, que em média deverá fechar com uma taxa e 18,2%. Esta previsão é ainda pior para 2014, verificando-se a inversão na taxa de desemprego apenas de 2014 para 2015."

Veja o vídeo e o texto completo, no Jornal de negócios, AQUI.

terça-feira, 12 de março de 2013

Como pode Portugal recuperar a sua liberdade de acção?

No lançamento da revista "XXI, Ter Opinião 2013", Vítor Bento e José Manuel Félix Ribeiro debateram "Como pode Portugal recuperar a sua liberdade de acção?", com a moderação de Pedro Santos Guerreiro.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Os jovens e a política: um estudo que vale a pena conhecer

Para se perceber que o problema em Portugal não é apenas dos políticos menos competentes, mas também de muitos portugueses (pela sua falta de civismo e de envolvimento  na vida política nacional, em particular dos jovens), vale a pena conhecer os dados  e as conclusões do estudo realizado pelo Centro de Sondagens e Estudos de Opinião da Universidade Católica. Se não tiverem muito tempo, aconselho a leitura das páginas 2 e 3, onde se encontram resumidas as principais conclusões.

Se pretendemos aumentar a qualidade da democracia em Portugal, aproximar a política e os políticos dos cidadãos, levando-os a participar (de forma mais activa e crítica), devemos começar por conhecer e analisar a situação em que nos encontramos. Tal é possível a partir da investigação realizada, pois esta incide nos seguintes aspectos:

1. As atitudes em relação à sociedade e ao funcionamento do sistema político;

2. O envolvimento político: atitudes;

3. O envolvimento político: informação;

4. A participação política: atitudes e comportamentos;

5. A participação cívica e social;

6. Atitudes em relação às reformas políticas;

7. Alinhamento ideológico e partidário.

Os Jovens e a Politica by SaraRaposo

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

A Fraude: uma reportagem da Sic que os portugueses devem ver

A nacionalização do banco BPN, decidida pelo ministro das finanças Teixeira dos Santos durante o governo de Sócrates,  teve  a seguinte consequência:  o buraco financeiro de milhões do banco  passou a ter de ser pago, directamente, pelos contribuintes portugueses.

Vale a pena conhecer os factos e reflectir sobre eles. Perceber que em Portugal  a justiça, quando se trata de julgar pessoas influentes e com poder político, não funciona e,  por isso, alguns políticos e "amigos de políticos" sentem uma impunidade total para praticar actos ilícitos. Nos vídeos, o descaramento de alguns desses personagens - que mentem em público e falam como se tivessem acima da lei - é chocante. Eles não só lesaram o país e contribuíram para agravar a crise económica como fizeram com que cada um de nós esteja a pagar, do seu ordenado,  uma elevada factura decorrente da corrupção e da fraude que estas "estimáveis" pessoas praticaram. E a responsabilidade dos envolvidos continua por apurar e julgar...

Pode-se acreditar na democracia quando a justiça não funciona?

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Aprender e discutir política na escola

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No âmbito do projecto "Parlamento dos jovens" (para mais informações, ver AQUI) realizou-se, no dia 3 de Dezembro no auditório da escola, uma sessão de esclarecimento, seguida de um debate, sobre o tema: "os jovens e o emprego - Que futuro? Contou com a presença do deputado Paulo Sá e dos alunos de duas turmas do 11º ano (turmas A e D) e três do 12º ano (turmas B, E e F) .

O deputado começou por apresentar os dados existentes sobre o problema e esclareceu - de forma simples, clara e com exemplos pertinentes - alguns conceitos políticos fundamentais: o défice, a troika, a dívida pública, os números do desemprego em geral e entre os jovens e por ai em diante.

Após a exposição inicial, abriu-se espaço ao debate. Os alunos, contrariando a ideia habitual que os jovens não se interessam pela política, foram bastante interventivos, colocaram muitas questões, de tal modo que a sessão acabou por se prolongar fora da hora estabelecida para que as perguntas não ficassem sem resposta.

Obrigada ao deputado Paulo Sá, aos alunos e professores presentes.

sábado, 17 de novembro de 2012

A visita da chanceler Merkel a Portugal: diferentes pontos de vista

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O assunto diz respeito a todos...

Vale a pena pensar sobre os motivos apresentados para sustentar os diferentes pontos de vista. Quem terá razão?